Terminei de ler “O negociador” de Frederick Forsyth; um livro explosivo do inicio ao fim. Bom, as primeiras 40 páginas desenham o cenário, portanto o leitor deve ter um pouco de paciência para uma imersão um pouco mais lenta pois vale a pena.
Falando sobre livros, acho interessante como nosso “estado de espírito” influência no que estamos dispostos a ler. Não sei se com todo mundo é assim, mas tenho fases que gosto de ler J. K. Rowling, outros dias Machado de Assis e assim vai, uma completa disparidade que muito me agrada.
No início do ano reli “Vidas Secas”. Dessa vez não foi com aquela obrigação de colegial e então eu pude mergulhar na história de Fabiano e sua família. Um livro triste, que causa incomodo, onde você entra no pensamento de cada personagem e por uma questão de empatia acaba sofrendo junto. Logo após segui para “O diário de Anne Frank”, bom, acho que nem preciso comentar, depois dessas doses de realismo tive que partir para a a trilogia Fronteiras do Universo e agora depois de “O Negociador” devo partir pra outro livro do mesmo escritor, quem sabe “O dia do chacal”.
Tenho que aproveitar os dias de férias, porque quando voltar pra faculdade só mesmo os livros técnicos. Aí eu vou cantar aquele refrão dos Engenheiros: “ahhh vida real, como é que eu troco de canal?”
Até!